Próximo ao ano de 1800 Alessandro Volta inventou as pilhas elétricas. Em 1942, Enrico Fermi utilizou blocos de grafita empilhados para controlar a reação nuclear em cadeia no Chicago Pile-1, o primeiro reator de fissão nuclear. Tal reator artificial também ficou conhecido como “pilha atômica”.
Atualmente, cientistas da Universidade de Missouriestão desenvolvendo uma fonte de energia elétrica portátil, a partir do sistema de decaimento radioativo. Fonte que atualmente é utilizada em espaçonaves, mas utilizando enormes baterias por conta da demanda.
A versão atual desta bateria pode acumular até seis vezes mais do que os acumuladores atuais.
Eles devem ser projetados com uma densidade elétrica por um bom motivo: Serem usados onde o tamanho da bateria seria maior que o tamanho do equipamento em si, como por exemplo nanorobôs, atualmente próxima ao tamanho de uma moeda de centavo de dólar.
Mas e os riscos?
Ao que tudo indica seriam mínimos, comparados aos atuais, nem mesmo para os aparelhos por elas alimentados. já que possui um líquido semicondutor que absorverá a radiação emitida.
Caso haja algum acidente já existe uma boa alternativa sendo desenvolvida para a descontaminação. Bactérias redutoras de sulfato, elas transformam os materiais radioativos em materiais inofensivos.
A energia nuclear é segura hoje, seja utilizando a fissão nuclear ou decaimento radioativo em tais acumuladores elétricos. infelizmente não se tem previsão a médio ou longo prazo de tal fonte de energia ser usada em seus gadgets, até pelo seu custo de produção, e não serem recarregáveis, sendo simples “pilhas mais potentes”.
Meiobit
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